quarta-feira, 13 de julho de 2011
Ingmar Bergman, irrepreensivelmente, um dos melhores cineastas que a história do cinema conheceu. Legou-nos obras incontornáveis...
Sugiro que vejam:
. O Sétimo Selo - 1956 (Det sjunde inseglet)
. Morangos Silvestres - 1957 (Smultronstället)
. O Olho do Diabo - 1960 (Djävulens öga)
. O Silêncio - 1963 (Tystnaden)
. A Máscara - 1966 (Persona)
segunda-feira, 11 de julho de 2011
1.
ter na carne a cidade; os dias brancos cheios de luz,
uma casa edificada, lívida:
agora só um idioma de sangue na boca,
as demoradas palavras.
tocar a pedra, os caminhos que os corpos procuram,
ser sombra e respirar o teu húmido rosto.
2.
agora os candeeiros iluminam as pessoas,
os carros escavam os gemidos
que o tempo traz.
vejo sempre uma criança nas calçadas de granito,
aguarda a sua vez para atravessar um rosto desconhecido,
quase limpo como uma voz.
era invisível o toque abrasado da distância,
um lume dentro dos meus ossos, destinado à carne.
3.
das janelas,
brancas pombas misturam-se aos ramos cegos –
frutos miseráveis que ocupam a memória.
luís de aguiar
Três poemas do livro "Urbanos"
Prémio Literário São Domingos de Gusmão 2007
ter na carne a cidade; os dias brancos cheios de luz,
uma casa edificada, lívida:
agora só um idioma de sangue na boca,
as demoradas palavras.
tocar a pedra, os caminhos que os corpos procuram,
ser sombra e respirar o teu húmido rosto.
2.
agora os candeeiros iluminam as pessoas,
os carros escavam os gemidos
que o tempo traz.
vejo sempre uma criança nas calçadas de granito,
aguarda a sua vez para atravessar um rosto desconhecido,
quase limpo como uma voz.
era invisível o toque abrasado da distância,
um lume dentro dos meus ossos, destinado à carne.
3.
das janelas,
brancas pombas misturam-se aos ramos cegos –
frutos miseráveis que ocupam a memória.
luís de aguiar
Três poemas do livro "Urbanos"
Prémio Literário São Domingos de Gusmão 2007
domingo, 10 de julho de 2011
Ainda hoje me questiono sobre esta promiscuidade entre luz e sombra destas imagens vanguardistas de Rodchenko.
Aleksandr Mikhailovich Rodchenko foi um fotógrafo da vanguarda soviética dos anos 30, foi de igual forma um artista plástico, escultor e designer gráfico. Nasceu em São Petersburgo, em 1891 e faleceu em 1956 em Moscovo (Rússia).
A sua obra foi um grande contributo para a difusão do Construtivismo Soviético que emergiu após a Revolução Bolchevique.
Aleksandr Mikhailovich Rodchenko foi um fotógrafo da vanguarda soviética dos anos 30, foi de igual forma um artista plástico, escultor e designer gráfico. Nasceu em São Petersburgo, em 1891 e faleceu em 1956 em Moscovo (Rússia).
A sua obra foi um grande contributo para a difusão do Construtivismo Soviético que emergiu após a Revolução Bolchevique.
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